Infecundas Palavras

Palavras cômodas
Palavras para enfeitar meus inefáveis e indizíveis sentimentos
Palavras para confeitar a dor de desejar
Palavars que se perdem em meio ao ímpeto de laçar seus pensamentos
Palavras assim nuas sem o meu sentir
Palavras assim que desnudam minha ação
Minha ação escrevendo que preciso te viver
Palavras inférteis
Não leia apenas letras,mas ouça a melodia das minhas palavras
Ouça além das notas para que eu sinta
Sinta o utópico alívio de que possa sentir o mesmo ao me ouvir
Não se prenda as formas,ao ritmo
Ouça as palavras que brotam como canções
Das minhas mãos,pele e do meu sentir

2 Comments:
é realmente a medicina não precisa disso,e sim a literatura!!!
escreve muito bem, não digo isso fazendo referência apenas aos encaixes gramaticais,e sim a harmonia das palavras...
bjos
puxa, obrigado, camila.
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